E não é que eu entrevistei o Marcos Castro?

•16 de setembro de 2014 • Deixe um comentário

Olá, pessoas! Tudo bem com vocês? Por aqui também.

Sei que o blog tá meio parado, mas é porque eu tenho feito muita coisa desse lado de cá da tela e me dividindo entre a faculdade e o meu podcast que agora meio que é minha prioridade em termos de internet. Dá trabalho pra caramba organizar e manter o site, além de escrever as pautas, gravar e editar os episódios. Mas enfim, é algo que eu gosto de fazer e possivelmente deveria ser internado num hospital psiquiátrico por causa disso.

E falando em podcast, o primeiro episódio dessa “nova temporada”, por assim dizer, saiu hoje:

comequepod0032

Se você quiser ouvir – e ouça pois está muito legal – é só clicar na imagem acima e depois no player ou no botão de download lá no post desse episódio.

Foi o podcast mais rápido que eu já editei. Sentamos lá na orla da Lagoa da Pampulha no sábado de manhã e três dias depois e podcast estava pronto. Se eu manter esse ritmo, toda semana terá um podcast novo. IMAGINA QUE LOCO.

No mais é isso, pessoal. Mesmo eu postando pouco por aqui esse ano, vocês ainda podem acompanhar meus outros projetos. Se não sair nada aqui, tenha certeza que tem texto ou podcast novo lá no ComéquePOD.

Se quiser me seguir no twitter também, fique à vontade. Tenho postado menos merda ultimamente (até mesmo por falta de tempo) e recorrentemente coloco o link de alguma coisa nova que eu fiz.

Grande abraço,
a gerência. xD

PS.: Compartilhem esse post e/ou o podcast com os amigos. Nosso objetivo é fazer com que ele seja o mais baixado desses quatro anos de site.

Nem acredito que esse blog já tem cinco anos!

•24 de agosto de 2014 • Deixe um comentário

Pois é, galera… mais um ano se passou e eu ainda estou aqui publicando textos por causa de uma ideia que eu tive aos 13 anos. Caso você não tenha lido – mas eu recomendo que leia – a retrospectiva de toda a minha saga na caótica terra da blogosfera, tudo começou porque eu li uma matéria sobre blogs na Revista Veja no longínquo ano de 2005.

(2005 aliás foi o ano de lançamento de Batman Begins e Harry Potter e o Cálice de Fogo, os últimos filmes que eu vi no cinema da minha cidade. Cliquem na imagem e entendam porque.)

batman begins e harry potter e o cálice de fogo

Mas voltando à retrospectiva, haviam dois pequenos detalhes não mencionados que agora faço questão de contar: o primeiro é que antes do blog ganhar o nome de Ovo de Yoshi, ele havia recebido o nome mais bosta ainda de Dan Regularis por fazer uma péssima analogia com meu nome.

Já o segundo detalhe, eu até comentei muuuito tempo atrás por aqui, mas talvez alguns leitores novos ainda não saibam: antes da febre dos vlogs no Brasil eu havia criado o meu. Pois é, eu tive a cara de pau de me trancar no quarto falando sozinho pra uma câmera. Obviamente todo e qualquer registro dos poucos vídeos feitos foram completamente obliterados da internet. No entanto, deixei a abertura e um dos créditos salvos como registro.

Divirtam-se.

E no mais é isso.
Obrigado a todos que ainda visitam essa joça e não deixem de compartilhar os textos mais legais com os amigos pra que eu consiga bater meu próprio record de acessos do ano passado. ;)

[Divulgue para seus amigos! / Facebook / Twitter / Podcast]

Meu primeiro demo reel (a.k.a. meu portfólio)

•20 de agosto de 2014 • Deixe um comentário

Finalmente, depois de muitos meses de enrolação, consegui organizar quaaaase todos os meus vídeos no computador. Demorei muito porque troquei meu HP Pavilion Dv4 por um MacBook Pro no final do ano passado e ainda não havia conseguido um conversor de vídeos decente para passar todos meus arquivos .wmv pra .mp4.

Watch out, we got a macfag over here.

Watch out, we got a macfag over here.

Pois é, eu acreditava que .wmv era o melhor formato para salvar vídeos até pouco tempo atrás. Só fui descobrir que não era bem assim quando precisei usar o VLC (aquele programinha do cone laranja) para abrir os vídeos porque não dava pra fazer isso nativamente, e depois quando tentei abrir um desses vídeos com o Adobe Premiere. Resumindo, deu tudo errado.

Foi então que, cansado de ver meus vídeos sendo tratados com tamanha esculhambação, entrei no Google e pesquisei “comofas pra mudar de wmv pra mp4 no mac google pelamordedeus meajuda luciano”. Consegui achar um programa cujo melhor adjetivo pra ele é SHOW e comecei a converter as porra tudo. Depois organizei cada vídeo em sua respectiva pasta anual e só depois comecei a fazer a triagem pra montar meu Damon Hill demo reel.

pasta de vídeos

Pois é, a imagem acima não te engana: já tem um bom tempo desde que eu abri um programa de edição pela primeira vez. Apesar da primeira pasta ser de 2006, o primeiro vídeo editado realmente foi em 2007, quando tive acesso ao Windows Movie Maker. Inclusive eu ia postar aqui um frame do meu primeiro vídeo mas aí eu vi que deixei ele pra trás na hora de converter (acabei de achar mais uma pasta com 1,79GB chamada “Organizando CDs”, então depois eu faço isso, mas fiquem aí com uma prova).

primeiro projeto

Então quinta-feira passada eu terminei a versão 1.0 do meu vídeo, que já foi substituída pela 1.1 e em breve será atualizada para a 1.2, com cenas adicionais e informações importantes que eu acabei esquecendo de escrever no final do vídeo.

Enfim, esse foi possivelmente o maior texto introdutório que eu já escrevi, mas pelo menos a galera que acompanha o blog pode ficar feliz por eu ter voltado a postar depois de dois meses.


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Pequenas lembranças de outras Copas do Mundo que não são necessariamente ligadas a futebol

•14 de junho de 2014 • Deixe um comentário

E por incrível que pareça, está tendo Copa sim.

Como vocês talvez desconfiem, ou tenham percebido pela ausência de textos sobre esportes após todos esses anos de blog, eu não gosto de futebol. Não gosto de assistir pois não tenho paciência, não gosto de jogar pois me falta habilidade e tampouco gosto de video-games de temática futebolística pois prefiro jogar coisas as quais eu seria preso se fizesse de verdade, tipo matar prostitutas com tanques de guerra voadores ou pisotear tartarugas após o consumo de quantidades inimagináveis de cogumelos.

Pois bem, ajuste o seu DeLorean para 10 de junho de 1998 ao meio-dia e meio (horário de Brasília). E horário esse em que o Brasil iniciava sua disputa com a Escócia no primeiro jogo na França.

E horário em que essa foto foi tirada:

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É incrível pensar que essa foto foi tirada há 16 anos. Me faz sentir velho. Também é incrível notar que de todas as coisas nessa foto, apenas eu e o baú estamos aqui para contar história. Aquela bandeira deve ter ido parar no lixo após a derrota do Brasil na final, minhas roupas possivelmente foram doadas devido ao fato de eu ter crescido alguns centímetros, mudamos de apartamento (e de cidade) em dezembro daquele ano e a TV foi vendida em 2009.

Olha o baú aí! (O ventilador também é daquela época.)

Acabei lembrando de outra coisa: eu também adorava o Footix. Sim, o mascote do país-sede que foi campeão e que deu aquela catracada de 3 a 0 no Brasil. Acho que era porque ele me lembrava o Pica-Pau, sei lá, mas eu vivia desenhando aquela porra na escola.

Mas falando em Copa do Mundo – ou não – eu me lembro de pouquíssima coisa que aconteceu em 2002. Teve o Ronaldo com aquele cabelo sinistro; teve a estreia do quadro Copas de Mel no Fantástico com a Denise Fraga, onde ela e o Selton Mello viviam altas aventuras como um casal apaixonado que influenciou indiretamente todos os resultados dos mundiais desde que o Brasil conquistou o primeiro título; teve aquele dia em que eu fiquei no computador emburrado com meus pais por algum motivo e não quis ir pra sala quando eles me chamaram para ver o gol que o Ronaldo tinha feito e… ah, e teve a conquista do Penta, mas eu era tão novo e já me importava tão pouco com a Copa que tudo aquilo acabou passando batido.

ronaldo2002

Avançamos quatro anos na história e… UAU! Eu não me lembro de absolutamente nada do que houve em 2006. A não ser isso.

Quanto às memórias de 2010, existe uma que está bastante vívida e é bem possível que seja devido ao número de coisas absurdas e improváveis que aconteceram num certo dia de jogo.

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Nesse ano eu tinha ido morar em Diamantina que, pra quem não está familiarizado com o carnaval ou com a cultura de Minas Gerais, é uma cidade universitária de aproximadamente 45 mil habitantes, onde tudo que lá existe é sinônimo de álcool e putaria generalizada. A coisa já começou aí. Em segundo lugar, me chamaram pra Baiúca e eu fui! Baiúca é um cruzamento de ruas – com bares em volta e mesas onde deveriam haver carros – que ganhou esse nome por causa do bar mais famoso. O nome do bar que eu fui na verdade é Da Terra, mas isso não faz diferença (a não ser que você esteja do lado de dentro do estabelecimento ao invés das mesas na rua e, como eu estava lá dentro, na verdade faz diferença sim.) Pois é, eu estava num bar e eu nem bebia! E eu estava vendo futebol nesse bar! E quem me convidou pra ir nesse bar foi uma garota que eu jamais pensei que pegaria, mas como a vida é uma brincalhona, às vezes ela facilita bastante pro nosso lado, fazendo a gente deixar o medo da rejeição e a vergonha dentro de casa e fazendo com que garotas bonitas queiram pegar rapazes não tão bonitos assim.

E como se tudo isso não fosse improvável o bastante, quando nós saímos do bar, demos de cara com aquele que viveu um par romântico com Denise Fraga em 2002. Selton Mello & Sua Turma estava gravando cenas da minissérie “A Cura” na cidade e, durante uma pausa, lá estava ele dando rolê na cidade, abraçando universitárias e autografando calcinhas bloquinhos da Betty Boop.

É engraçado pensar que a Copa do Mundo é um evento que faz um país inteiro parar, mas que pra mim é apenas um plano de fundo para alguns momentos importantes não-relacionados ao futebol. Mas antes que você pense que eu sou um escroto babaca que se acha melhor que os outros por causa disso, saiba que eu assisti ao primeiro jogo desse ano. E acompanhei ao vivo as reações exageradas dos gringos do Reddit enquanto isso. Foi divertido.

"Querido diário, o jogo de hoje foi show. Estou confiante de que 1998 será o ano do Brasil. Estou confiante também de que nos próximos anos eu irei ganhar um computador e terei acesso a uma rede mundial deles para publicar para centenas de pessoas todas as merdas que me venham à cabeça. Espero também do fundo da minha alma que quando eu for mais velho, eu tenha o bom senso de não publicar as fotos da minha infância nessa tal rede mundial de computadores. Por enquanto é só. Meus indicadores já estão ficando roxos de tanto datilografar. Até breve."

“Querido diário, o jogo de hoje foi show. Estou confiante de que 1998 será o ano do Brasil. Estou confiante também de que nos próximos anos eu irei ganhar um computador e terei acesso a uma rede mundial deles para publicar para centenas de pessoas todas as merdas que me venham à cabeça. Espero também do fundo da minha alma que quando eu for mais velho, eu tenha o bom senso de não publicar as fotos da minha infância nessa tal rede mundial de computadores. Por enquanto é só. Meus indicadores já estão ficando roxos de tanto datilografar. Aliás, quantas pessoas ainda possuem uma máquina de escrever no final dos anos 90? Com esse questionamento, eu me despeço por ora. Até breve.”

[DVC] Scott Pilgrim Contra o Mundo

•1 de junho de 2014 • 2 Comentários

Eis o terceiro repost do Cine Fanático. Leiam o primeiro e o segundo também.

Vitrine do "De Volta Para o Cinema".

Um filme baseado em quadrinhos com temática de video-game. Quer coisa mais nerd que isso? Então adicione um romance adolescente frustrado. Esse é Scott Pilgrim Contra o Mundo, lançado em 2010, dirigido por Edgar Wright e estrelado por Michael Cera no papel de sempre: ele mesmo, o carinha meio nerd, meio hipster e 100% deslocado.

Baseado na HQ de Bryan Lee O’Malley, lançada em 2004, o filme conta a história de Scott, um cara que possui alguns amigos, uma banda de rock na qual é baixista, divide um apartamento com um rapaz chamado Wallace e tem uma namorada legal e frenética chamada Knives.

A trama começa quando Scott sonha com uma entregadora da Amazon chamada Ramona Flowers e então não consegue parar de pensar nela. Decidido a encontrá-la, e ignorando completamente seu relacionamento com Knives, o jovem baixista resolve fazer uma encomenda qualquer pela internet para criar assim uma desculpa de receber Ramona na porta de casa. Nesse momento, descobrimos que Ramona pode se mover por “rodovias subespaciais” e que os sonhos que Scott teve com ela na verdade era apenas um atalho tomado pela garota para que pudesse fazer suas entregas de forma mais rápida. Pois é, acrescente “buracos de minhoca” (wormholes) na história que ela fica mais nerd ainda. Infelizmente não é tão legal quanto parece.

Vilões

Então Scott acaba saindo com Ramona, deixando Kim de lado e transformando a pobre menina abandonada numa maníaca obsessiva de 17 anos. Porém, o rapaz agora deve enfrentar o mundo para ficar ao lado de Ramona. Ou melhor: ele deve enfrentar os sete ex-namorados da garota, sendo cada um deles uma metáfora para uma fase de um game da vida real, com direito a moedinhas de prêmio e socos super-poderosos. Tudo isso, é claro, fazendo parte de um plano do vilão da última fase.

scott pilgrim blam blam dead

A estética do filme é interessante de se ver. Onomatopeias são exibidas a todo momento, movimentos bruscos são pontuados com efeitos sonoros e diversos quadros foram copiados da HQ com perfeição. Mas não são apenas esses elementos que fazem uma boa adaptação.

Confesso que não é um dos meus filmes prediletos, porém a coisa seria muito pior se toda a história do romance ficasse apenas nas metáforas e não saltassem aos olhos do espectador, como por exemplo o “verdadeiro amor” sendo representado por uma katana e o “auto-respeito” se transformando numa arma mais poderosa ainda, deixando a lição sobre o que é realmente importante para um ser humano.

Então, fica aí a dica de mais uma ode à cultura pop, com direito a referências à Seinfeld e jogos 8-bit, mas sem uma história muito profunda.Talvez esse filme seja para pessoas mais novas.Talvez eu esteja me tornando um chato.

É curioso observar como eu estava passando por uma fase amarga na minha vida quando eu escrevi esse texto.

[DVC] Fanboys

•3 de maio de 2014 • Deixe um comentário

Dando continuidade aos reposts do Cine Fanático, postarei hoje a minha resenha (?) do filme Fanboys.

Vitrine do "De Volta Para o Cinema".

Fanboys se passa em 1998, “em uma galáxia não tão distante” como diz o início do filme, preparando os espectadores desavisados para o que eles assistirão dali para frente. A história é sobre um grupo de quatro amigos (Eric, Linus, Hutch e Windows) fanáticos por Star Wars que planejam, desde que eram crianças, fazer uma viagem até a Califórnia e invadir o Rancho Skywalker – a fortaleza de George Lucas – para assistirem em primeira mão ao “Episódio I – A Ameaça Fantasma”.

"Sent from my iPhone" (risos)

“Sent from my iPhone” (risos)

Acontece que Eric, o que se manteve mais afastado do grupo, agora trabalha na loja de carros do pai e acaba se achando mais responsável e adulto que os outros e diz que uma viagem dessas nunca aconteceria. No dia seguinte é abordado por Hutch e Windows, que contam a ele que Linus tem câncer e não irá sobreviver até a estreia do filme, ao qual esperaram há 16 anos.

Pra quem não é familiarizado com Star Wars, houve realmente um hiato de 16 anos entre o Episódio VI – O Retorno de Jedi (lançado em 1983) e o Episódio I – A Ameaça Fantasma (lançado em 1999). Na verdade, os episódio IV, V e VI foram lançados nas décadas de 1970 e 1980 e, depois, entre 1999 e 2005 vieram os episódios I, II e III. Depois eu explico isso com calma, num outro texto talvez.

palm-countdown

Pois bem, Eric acaba aceitando o plano e eles vão viajar. Não vou contar o final porque esse filme é bem recente e, ao contrário de “Bill e Ted”, eu ficaria com peso na consciência em contar spoilers aqui.

Fanboys é basicamente um “road trip movie” que fala sobre amizade e, a cada cena, o filme só melhora: entre uma briga com fãs de Star Trek e uma noite em Las Vegas, muitas piadas são feitas ali envolvendo não só o universo do filme, como também outras obras de ficção científica e o próprio elenco. Em uma das cenas, Hutch estaciona sua van num restaurante beira-de-estrada chamado “Java the Hut”. Além de ser uma referência a um personagem de Star Wars (Jabba the Hutt), esse é o mesmo nome do restaurante da série Veronica Mars onde trabalha a personagem de Kristen Bell, que também está nesse filme.

java the hutt

Os diálogos também são sensacionais. Em uma cena, durante a viagem, Eric e Windows (personagem cujo visual foi inspirado no de George Lucas dos anos 70) estão conversando sobre Harrison Ford ter interpretado Han Solo e Indiana Jones. “Ele nunca fez um filme ruim”, diz um dos fanboys. Nesse momento, numa tomada feita do lado de fora da van, aparece o outdoor de “Seis Dias, Sete Noites”, um dos filmes mais fracos de Ford. Outro diálogo tão sutil – e tão genial – quanto esse é quando Linus vira pra uma médica (interpretada por Carrie Fisher, a Princesa Leia dos filmes Star Wars) e diz que a ama. “Eu sei”, foi a resposta – a mesma dita por Han Solo e Leia nos Episódios V e VI, respectivamente.

seis dias sete noites

A trilha sonora também é excelente. Músicas como Tubthumping, do Chumbawamba; Tom Sawyer, do Rush; e até Fuego, do Menudo (!) ambientam o filme.

E se você ainda não se convenceu, que tal o elenco de apoio com Seth Rogen fazendo três personagens diferentes; Danny Trejo; Jason Mewes e Kevin Smith (eternos Jay e Silent Bob); Billy Dee Williams e Ray Park (Lando Calrissian e Darth Maul, de Star Wars, respectivamente) e William Shatner traindo o movimento?

FanboysEsse filme é um dos meus favoritos. É uma comédia que diverte mesmo se o espectador não conhece muito dos filmes citados anteriormente, os personagens se conectam muito bem, as cenas de ação e de personagens “entrando em apuros” são engraçadas, as de romance (ou quase isso) são surreais e a premissa é ao mesmo tempo a maior piada de Fanboys: um grupo de amigos na maior expectativa para assistirem um filme que todos sabem que foi uma porcaria.

O filme foi dirigido por Kyle Newman e lançado em 2009. Indico a todos.

Mudança de paradigma

•4 de abril de 2014 • Deixe um comentário
E pela primeira vez na história desse blog: peitos.

E pela primeira vez na história desse blog: peitos.

Eis que eu me deparo novamente com o instagram desse meu xará. Provavelmente o nome dele deve ser Daniel (“Dêniel” pra não errar o sotaque), mas isso já basta pra eu considerá-lo meu xará – principalmente se ele é um cara foda como aparenta ser nas atuais 484 fotos do seu Instagrão.

Digo que me deparei novamente porque da primeira vez eu não dei tanta importância pra ele porque “dane-se, é só um cara rico” e porque eu não tinha instagram na época pra poder acompanhar as altas aventuras de um milionário do barulho. Mas depois de apresenta-lo a vocês, farei a defesa de uma breve tese que eu criei hoje mesmo. Bom, esse jovem rapaz de 33 anos se chama Dan Bizerian e segue uma tranquila vida heteronormativa e prejudicial à moral e bons costumes familiares. Ele é filho de um executivo de Wall Street e, não contente em viver sugando a grana do pai, resolveu fazer o próprio pé-de-meia sendo fuzileiro naval, ator e jogador de poker. ¯\_(ツ)_/¯

E aqui eu paro, mostro-lhes o seguinte gráfico e emendo a seguinte pergunta:

grafico_dan

O que nos impede de sair do ponto (A) e ir para o ponto (B)?

A resposta obviamente consiste de vários fatores, mas eu vou deixar aqui uma outra pergunta pra evitar a “análise sociológica”: por que se contentar em ser mediano se você pode ser o melhor? Não estou falando de discurso motivacional nem nada do tipo; estou falando de termos práticos. Se você estuda, por exemplo, e não tira notas muito boas, WHAT’S YOUR FUCKING EXCUSE? Porque assim, se todos estão recebendo a mesmíssima informação, então por que é que você tira 6 e o Astolfo sempre tira 10?

E porque é que você insiste que vai ficar milionário nesse emprego meia-boca sabendo que é simplesmente impossível fazer seu salário durar até o início do próximo mês? Fazendo um parêntese aqui rapidinho, você sabia que pra suprir as necessidades básicas de uma família de 4 pessoas seria preciso ganhar 3 mil reais por mês? E pior: cê tá ligado que pra ficar milionário de verdade você precisaria trabalhar mais de 115 anos (CENTO E QUINZE ANOS!) recebendo salário mínimo, livre de impostos e guardando cada centavo?

Pois é, meu amigos. Não tá fácil pra ninguém.

Felizmente eu tenho um plano a médio e longo prazo que se tudo correr bem… irá tudo correr bem. Não vou entrar em detalhes mas a única coisa que eu digo é que não envolve entrar pro exército ou jogar poker.

E é tudo dentro da lei também, vale ressaltar.

E um spoiler: envolve estudar economia PRA CARALHO.

 
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